
Por Kelvyn Gomes/Imagem: Divulgação
De hoje, 23, até sábado, 28 de junho, a programação cultural em Canaã dos Carajás e Parauapebas está repleta de atividades gratuitas com objetivo de valorizar a cultura, a diversidade e a cidadania nos territórios do sudeste do Pará. Entre os destaques estão oficinas formativas, ações do Na Pele – Festival Multilinguagens de Cultura Negra, e eventos que integram o Mês da Visibilidade LGBTQIAPN+.
No dia 23 de junho, a Casa da Cultura de Canaã dos Carajás recebe a oficina Percussão e Movimentação, atividade integrante do festival Na Pele, que chega à sua segunda edição. Conduzida por Peixe Vibe, músico e produtor paraense, a oficina propõe uma experiência criativa que transforma materiais descartáveis em instrumentos musicais, unindo musicalidade, consciência ambiental e ancestralidade. A atividade ocorre das 16h às 18h, voltada aos alunos da Escola de Música e aberta ao público.
Nos dias 25, 26 e 27 de junho, a programação segue com a oficina on-line “Decolonizando Marcas”, voltada a profissionais da cultura e da comunicação. A proposta é refletir sobre como construir marcas mais inclusivas, conectadas aos territórios e comprometidas com a transformação social. O curso é conduzido por Gustavo Aguiar, jornalista e diretor de comunicação da Psica Produções, com ampla experiência em projetos culturais na Amazônia. As inscrições estão abertas pelo link.
Encerrando junho, a programação cultural também celebra o Mês da Visibilidade LGBTQIAPN+, com uma noite de debates, música e performance no Barbacana, em Parauapebas. Às 18h30 do dia 28 de junho, ocorre a roda de conversa “Nome, Gênero e Cidadania”, em parceria com a FAIT – Frente de Apoio e Inclusão aos Transgêneros, organização que atua na defesa de direitos da população trans na região.
Na sequência, às 19h30, o evento “Vozes, Ritmos e Resistências” transforma o Barbacana em espaço de celebração e orgulho LGBTQIAPN+, com apresentações artísticas e música. No line-up, o DJ set de Shayra Brotero, a performance de Ravenata e a continuidade da roda de conversa, fortalecendo a visibilidade e o diálogo sobre direitos e inclusão.
A programação é gratuita e acessível, reunindo diferentes linguagens e temáticas que dialogam com a realidade e os desafios da região.
