Por Kelvyn Gomes/Imagem: Karoline Peres
A 2ª Bienal das Amazônias inicia hoje, sexta-feira, 12, as atividades do Programa Público Germinantes, inspirado na obra “Sementes Germinadas” do artista Roberto Evangelista. O primeiro ato, dedicado ao eixo “Sonho – Assembleia dos Encantados”, abre ao público uma programação diversa no Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA), em Belém.
Com oficinas, rodas de conversa, performances, instalações públicas e cine debate, o programa pretende dialogar com os visitantes e estimular experiências coletivas de criação. Quem passar pela mostra também poderá interagir com o Ateliê dos sonhos, memórias e sotaques, um espaço vivo dentro da exposição, no qual o público é convidado a produzir desenhos, pinturas ou textos inspirados em sonhos e memórias.
A programação começa na sexta-feira, às 15h, com a Oficina de Escrita Criativa, conduzida pelas escritoras Monique Malcher e Jeniffer Yara, seguida de bate-papo e do lançamento dos livros “Degola” e “Terra Amazon-is”. No sábado, 13, a manhã será aberta com a contação de histórias O dia em que aprendi a chamar o vento, com Joana Chagas, às 10h. À tarde, o CCBA recebe a roda de conversa “Vivemos para sonhar e sonhamos para viver”, mediada por Brunno Apolonio, com a participação de Domingos Conceição, Oda Escobar e Ybyra’Y.
A programação segue às 15h30 com um diálogo guiado pelo canto à natureza, com Beá, Pajé Roxita e Tunga Vidya, sob mediação de Mãe Márcia. Às 17h, a Assembleia dos Encantados ganha corpo na performance de HtaDhiRua, e o dia encerra com o Baile de Maery, reunindo o Ballroom e a Casa Yasuke.
Segundo a coordenadora pedagógica Raquel Freitas, o ateliê será um ponto de encontro para o público refletir sobre o que viu na exposição. “A criação pode ser um desenho, pintura e/ou escrituras, inspirado em sonhos”, explica.
