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Por Kelvyn Gomes/Imagem: Jaime Souzza

Estão abertas as inscrições para o XI Festival Canção da Transamazônica (Fecant), que acontece nos dias 27, 28 e 29 de novembro, em Altamira, no sudoeste do Pará. Reconhecido como o maior festival de canções originais do estado, o evento é patrimônio cultural e imaterial do Pará e figura entre os 10 melhores festivais lusófonos e hispânicos. As inscrições são gratuitas, abertas a todo o Brasil e podem ser realizadas até o próximo dia 12 de setembro somente pelo site fecant.com.br.

Segundo a coordenadora e idealizadora do festival, a cantora Joelma Klaudia, o Fecant segue consolidando-se como um espaço de formação, circulação e fortalecimento da cultura amazônica. “Estamos preparados para repetir o sucesso das edições anteriores, possibilitando o acesso à cultura à população, o intercâmbio entre artistas, movimentando o turismo e a economia local e atrelando o festival a projetos sociais, como o Fecant Kids e a Feira Indígena de Economia Criativa que contempla as nove etnias do Xingu”.

O festival será dividido em três etapas. No dia 27 de novembro, acontece o Fecant Kids, voltado a intérpretes de 6 a 17 anos de Altamira, Vitória do Xingu, Brasil Novo e comunidades da Volta Grande do Xingu. No dia 28, é a vez do Fecant Regional, com músicas originais de compositores da Transamazônica e do Xingu. Já no dia 29, a programação encerra com o Fecant Nacional, que recebe obras autorais vindas de outras regiões do Pará e de todo o Brasil.

As canções podem ser em português ou em línguas indígenas, e não há restrição de gênero musical. Para o Regional e o Nacional, cada compositor pode inscrever até duas músicas de autoria ou coautoria.

No Fecant Kids, 12 candidatos serão escolhidos, sendo dois por votação popular no YouTube (de 3 a 5 de outubro) e 10 selecionados pela comissão avaliadora. Já as listas de selecionados para o Regional e o Nacional serão divulgadas em 26 e 19 de setembro, respectivamente.

Além das competições musicais, o Fecant também é reconhecido por sua programação paralela, que envolve projetos sociais com crianças e adolescentes e a Feira Indígena de Economia Criativa, reunindo representantes de nove etnias do Xingu. O festival é realizado pelo Instituto Ararajuba, presidido por Joelma Klaudia.

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